Translate

sexta-feira, 2 de setembro de 2016

O Japão no Templo da Boa Vontade


Artistas Japoneses e suas artes
A Galeria de arte do Templo da Boa Vontade durante o mês de setembro, encanta seus visitantes com a mostra de cerâmica japonesa, do artista Honjo e com as telas da artista plástica Sachiyo Sugihara.

A qualidade da cerâmica exposta é bastante diferente das demais, não necessitando da aplicação de esmaltes, se dividindo em três grupos diferentes de produtos - terracota, grés e porcelana. Já as telas retratam com perfeição e leveza as diferentes espécies de pássaros, legumes e paisagens existentes.

Visite a Galeria de Arte do Templo da Boa Vontade!

Serviço: Exposição de Cerâmica Japonesa.
Local: Galeria de Arte do Templo da Boa Vontade
Endereço: SGAS 915, lotes 75/76, Asa Sul – Brasília.
Visitação: até o dia 30 setembro
Horário: diariamente de 8 às 20 horas
Entrada: Franca
Classificação: Livre
Informações: (61) 3114-1070

quarta-feira, 31 de agosto de 2016

Estudo mostra que cachorros compreendem o que os humanos dizem

O trabalho é o primeiro a mostrar um mecanismo de processamento de palavras em não primatas.

 postado em 31/08/2016 06:00
 Paloma Oliveto
Cão usado nos testes com uma das pesquisadoras: exames de ressonância magnética mostraram que os hemisférios do cérebro processam palavras e entonações
Antes de falar com o cachorro, é melhor medir as palavras. Um estudo da Universidade de Eotvos Lorand, na Hungria, mostrou que os cães compreendem o que as pessoas dizem — e como elas dizem. Ao escanear o cérebro dos animais no exame de ressonância magnética funcional, os cientistas descobriram que o processamento do discurso nos hemisférios direito e esquerdo do órgão acontece da mesma forma que nos humanos. Isso significa que o melhor amigo é capaz de interpretar o diálogo e a forma como ele é entonado.

Este é o primeiro estudo de imagem a demonstrar que um animal não primata também processa as palavras. Diferentemente do que se imaginava, o trabalho, publicado na revista Science, indicou que os cães não apenas associam determinados sons a objetos. Eles conseguem entender o significado do vocábulo. Tanto que só se sentirão felizes se o diálogo estiver bem casado com a entonação. Não adianta dizer “bom garoto” ou “vamos passear” com a cara amarrada. Pode até ser que ele abane o rabinho — mas nem tanto quanto faria caso a conversa fizesse sentido. “O incentivo funciona como uma recompensa. Mas isso funciona melhor se tanto a palavra quanto a entonação estiverem em sintonia”, diz o neurocientista Attila Andics, principal autor do estudo.
Para fazer os testes, os pesquisadores treinaram 13 cães de diferentes raças (incluindo sem raça definida), de forma que ficassem imóveis dentro da máquina de ressonância magnética, um exame não invasivo e que não provoca danos à saúde. Então, eles monitoraram a atividade cerebral dos animais à medida que ouviam o que seus treinadores diziam. As palavras de incentivo (“Muito bem”, “Bom menino” e “Esperto”) eram ditas em um tom de voz negativo, positivo ou neutro. Enquanto isso, os cientistas investigavam o comportamento das regiões cerebrais que diferenciam vocábulos com e sem significado e entonações positivas das desagradáveis.

As imagens mostraram que o hemisfério esquerdo do cérebro processa as palavras com significado, enquanto que o direito identifica entonações de incentivo daquelas neutras e negativas. Estudos anteriores mostraram que humanos e cachorros usam essa mesma região auditiva para processar sons emocionais não verbais, sugerindo que o mecanismo de processamento das entonações acontece independentemente do discurso.

De acordo com Andics, quando os animais ouviam entonações positivas, a região do cérebro associada à sensação de recompensa e que, também em humanos, se ativa em resposta a estímulos agradáveis, como comida e carinhos, entrava em ação. Em relação às palavras, porém, não adiantava dizer algo positivo de forma negativa ou neutra. O centro de recompensa cerebral só se manifestava quando os vocábulos eram ditos com uma entonação interpretada como incentivadora. “Então, os cães não só diferenciam o que dizemos e como dizemos, mas também conseguem combinar os dois para interpretar corretamente o que as palavras realmente querem dizer. Isso é muito parecido com o que os humanos fazem”, observa Andics.

O neurocientista destaca, porém, que o trabalho não investigou a inteligência animal: “Não é que tenhamos mostrado o quão inteligentes são. O que fizemos foi demonstrar a semelhança na forma em que processam o discurso”, explica. De acordo com ele, acredita-se que os cachorros compreendem cerca de mil palavras. A habilidade de compreensão independe de raça, diz. “Não achamos que exista uma grande diferença entre raças; na verdade, acreditamos que os padrões devam ser similares em outros mamíferos também.”

Evolução
Andics afirma que o trabalho tem duas importantes implicações. A primeira diz respeito à relação entre humanos e seus melhores amigos. “Os resultados podem ajudar a fazer com que a comunicação e a cooperação entre cães e humanos fique ainda mais eficientes”, diz. A outra é que, para ele, a descoberta poderá levar a uma compreensão melhor sobre a evolução da linguagem no homem. “O que faz o léxico unicamente humano não é a capacidade neural de processá-lo, mas a nossa invenção de seu uso”, escreveu, no artigo.

Reflexão de Boa Vontade

Paiva Netto!

                                                 A Caridade sustenta a vida humana


A Caridade é um tema muito presente em meus artigos, pois a considero imprescindível à nossa sobrevivência. Aproveito o ensejo para lhes adiantar pequeno trecho de O Capital de Deus, livro que estou preparando, com muito cuidado, no qual apresento algumas das palestras que proferi a partir da década de 1960: 
Meditemos sobre esta passagem do Apóstolo João, na sua Primeira Epístola, 4:20: “Se alguém disser: Amo a Deus, e odiar a seu irmão, é mentiroso; pois aquele que não ama a seu irmão, a quem vê, não pode amar a Deus, a quem não vê”. 
Caridade, criação de Deus, é o sentimento que mantém o Ser vivo nas horas de tormenta de sua existência. Se você me falar que não precisa de Amor, está equivocado, ou equivocada, enfermo, ou enferma... Em resumo, trata-se simplesmente disto: Amor, sinônimo de Caridade, de que tanto carece a sociedade míope, obumbrada pela cultura insidiosa, mantida por aqueles que provocaram, para os povos, as desgraças todas que ensanguentam a História e que nos põem em perigo constante. Até quando?
A Caridade sustenta a vida humana. O jornalista Francisco de Assis Periotto, ao ouvir essas minhas palavras, completou-as assim: "no pão e na decência".

Elevado Espírito Social
O avanço tecnológico tem derrubado muitas fronteiras e feito algumas desabar sobre outras. Entre elas, econômicas e sociais. Contudo, a globalização não vai impedir a diversidade. Porquanto, se mundializa, dá também expressão ao regionalismo. De várias formas, todo mundo influencia todo mundo. No entanto, barreiras, em diversas partes do planeta, ainda tornam cada vez mais distantes ricos e pobres. Isso pode resultar em consequências profundas, em amplitude internacional, a exemplo do fim do Império Romano. Entretanto, desta vez, tais transformações poderão provocar providências inusitadas até em corações de pedra, antes contrários ao pragmático espírito de Caridade, que serão levados a pensar que existem algumas coisas vitais, até mesmo para eles, como... a compaixão. (...) Caridade não é pífio sentimentalismo, a que alguns gostariam de reduzi-la. Acertou, pois, quando escreveu o grande Joaquim Nabuco (1849-1910): “À luta pela vida, que é a Lei da Natureza, a Religião opõe a Caridade, que é a luta pela vida alheia”.
Não seria essa a função de um verdadeiro político? O que seria mais importante para o fortalecimento das comunidades do que esse elevado espírito social?
É possível igualmente esperarmos do alto significado da Caridade, na atitude diária, o completo caminho da verdadeira independência de nossa pátria.
Caridade é assunto sério.

José de Paiva Netto ― Jornalista, radialista e escritor.

paivanetto@lbv.org.br — www.boavontade.com 

Recorde histórico: país registra 11,8 milhões de desempregados

No acumulado dos sete primeiros meses deste ano, o Brasil já fechou 623 mil vagas com carteira assinada.

 postado em 31/08/2016 06:00
Ricardo de Oliveira e a mulher, Márcia de Souza, sobrevivem de bicos há dois anos: renda média de R$ 750 é insuficiente para sustentar a família
O número de desempregados bateu recorde histórico mais uma vez e atingiu 11,8 milhões de brasileiros, segundo levantamento da Pnad Contínua, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A taxa de desocupação estimada ficou em 11,6% no trimestre encerrado em julho. A quebra dos postos de trabalho se tornou mais visível após o agravamento da crise econômica, em 2014, com 5,4 milhões de vagas fechadas de lá para cá. O recorde negativo levou o Brasil a ocupar a sétima posição entre as piores taxas de desemprego no mundo, segundo ranking da agência de risco Austin Rating.

O país está empatado com o mesmo índice que a Itália e só perde para África do Sul (26,6%), Espanha (19,9%), Montenegro (17,3%), Jordânia (14,7%), Croácia (13,3%) e Chipre (11,7%). O levantamento da agência analisa o índice de desemprego de 51 nações. “Se nós considerarmos que o índice médio nos 51 países pesquisados foi de 7,4%, notamos que a taxa de desemprego no Brasil é 4,2 pontos percentuais maior”, comentou o economista-chefe da Austin Rating, Alex Agostini.
No trimestre terminado em julho, a taxa ficou 0,4 ponto percentual maior do resultado da última pesquisa, que analisou os números de fevereiro a abril. No mesmo período do ano passado, o índice foi 8,6% — 3,0 pontos percentuais menor. “Os dados do trimestre surpreendem por não demonstrar sequer estabilidade do desemprego. A desocupação continua aumentando”, afirmou Cimar Azeredo, coordenador de Trabalho e Rendimento do IBGE.

Recessão


Há cinco meses, Douglas Nery, 24 anos, sentiu o gosto amargo do desemprego. Ele foi desligado de uma empresa de pneus e, desde então, não consegue encontrar uma vaga de trabalho. Mas a responsabilidade de criar dois filhos — ambos com menos de 7 anos — é grande e, por isso, tenta encontrar qualquer tipo de atividade para levar o mínimo para casa. “Faço bicos de tudo que me sugerirem. Pode ser marceneiro, pedreiro, instalador de pisos. O que vier eu faço”, garantiu o jovem.

No acumulado dos sete primeiros meses de 2016, o país perdeu 623 mil postos de trabalho. Do início da crise econômica para cá, foram extintas 5,4 milhões de vagas. Em dezembro de 2014, a taxa de desocupação fechou o ano em 4,8%. Os dados foram os menores de toda a série histórica, iniciada em 2012. Menos de dois anos depois, o desemprego está em 11,6%, 6,8 pontos percentuais acima.

Pedro Paulo Silveira, economista-chefe da Nova Futura Corretora, destacou a quantidade de vagas de trabalho fechadas num prazo de apenas um ano e sete meses. “A pancada começou em 2014. O desemprego cresceu muito rapidamente, resultado de uma série de gatilhos que alimentaram tal estatística, como corte violento nos investimentos; paralisação de alguns setores, como imobiliário; queda em investimentos corporativos; e o abalo de vagas na indústria”, ressaltou.

A crise econômica acertou em cheio o casal Márcia de Souza, 29, e Ricardo de Oliveira, 30, que está há dois anos sobrevivendo de bicos. As atividades rendem, em média, R$ 750 por mês. “Não era suficiente para minha família”, contou Márcia, referindo-se aos dois filhos. “As contas de casa estão todas atrasadas.”

“O que se espera é que o Brasil continue observando altas no desemprego até o fim do ano. Uma certa estabilidade só deve ser vista nos primeiros meses de 2017”, apontou Rafael Bacciotti, economista do Tendências. Alex Agostini também não vê números positivos nos próximos meses. Na avaliação dele, apenas em 2019 os números do desemprego devem mostrar taxa com apenas um dígito.

No trimestre terminado em julho, a população ocupada ficou estável, em 90,5 milhões, quando equiparada ao trimestre de fevereiro a abril. Se comparado ao trimestre de maio a julho de 2015, foi registrado um declínio de 1,8% — o que representa perda de 1,7 milhão de pessoas no contingente de ocupados.

Reajuste de 9% no preço do botijão de gás passa a valer a partir de quinta

O aumento deve ser repassado ao consumidor aos poucos, segundo as revendedoras.

 postado em 31/08/2016 06:05
 Flávia Maia
"Vendo caldos em frente a uma faculdade, chego a usar três botijões por mês. Esse aumento atingirá diretamente os meus lucros" 

Lurdes Mendonça, 65 anos, empresário

Começa a valer a partir de amanhã o reajuste médio de 9% no preço do botijão do Gás Liquefeito de Petróleo (GLP), usado nas residências como gás de cozinha. O índice médio foi calculado pela Associação Brasiliense das Empresas de Gás (Abrasgás). Algumas revendedoras informaram que repassarão o aumento aos poucos, de acordo com a chegada dos novos estoques com os valores atualizados. A previsão é de que, até a primeira quinzena de setembro, todas as lojas trabalhem com preços mais altos. Dessa forma, o consumidor poderá encontrar unidades custando até R$ 90.

O aumento ao consumidor final é reflexo da alta do preço do produto na cadeia produtiva. Durante agosto, as principais distribuidoras de gás no país — Ultragaz, Supergasbras, Nacional Gás, Copagás e Liquigás — enviaram comunicados para as revendedoras locais, avisando sobre o reajuste. A Supergasbrás, por exemplo, informou que o valor do botijão será incrementado em 8,84% a partir de 5 de setembro e alegou que a porcentagem acompanha a inflação. A Ultragaz praticará reajuste de 7,92% a partir de 4 de setembro. No informativo, a companhia alegou correção inflacionária e custos com transporte e insumos. “Como é de amplo conhecimento, ao longo do último ano, vivenciamos no Brasil uma forte pressão inflacionária. Soma-se a este fato um cenário logístico e de suprimentos ainda mais desafiador em nosso segmento, que resultou em impactos adicionais relevantes em nossos custos operacionais”.

A diretora da Abrasgás, Cyntia Moura Santo, acredita que os botijões podem ficar até R$ 15 mais caros, o que daria um aumento superior ao médio, de 9%. Ela explica que, como o mercado é livre, os revendedores podem aproveitar para repassar custos adicionais. Ela lembra, ainda, que a Petrobras pode fazer um reajuste a mais, como no ano passado. Por enquanto, só as distribuidoras comunicaram os aumentos. “Em 2015, a Petrobras anunciou reajuste de 15% às 18h de 31 de agosto, sendo que a alta passaria a valer a partir de 1º de setembro. Quando vimos, tínhamos um aumento de 24,9%”.

Questionada sobre o acréscimo no valor do gás residencial, a Agência Nacional de Petróleo (ANP) informou, por meio de nota, que não regula nem fiscaliza preços. O Sindicato Nacional das Empresas Distribuidoras de Gás Liquefeito de Petróleo (Sindigás) não quis comentar o reajuste. A Ultragaz e a Liquigás disseram que não comentam preços. A Supergasbras e a Nacional Gás não responderam à reportagem.

O repasse pesará no bolso do consumidor. No caso do Distrito Federal, além do reajuste, será preciso ficar atento ao local da compra. As diferenças de preço chegam a 23%. No Lago Sul, um botijão custa R$ 68. Em Ceilândia, pode ser adquirido por R$ 55. No Setor Tradicional de Planaltina, chega a R$ 65; no Park Way, também.

A empresária Lurdes Mendonça, 65 anos, reclama de prejuízo. “Vendo caldos em frente a uma faculdade, chego a usar três botijões por mês. Esse aumento atingirá diretamente os meus lucros”, lamenta. A vendedora foi pega de surpresa, mas não aumentará o preço dos produtos. “Sei que, se eu mudar o valor, perderei clientes”, conta. Cláudia Fraga, 50, é proprietária de uma distribuidora de gás no Cruzeiro e conta que o repasse deve impactar negativamente as vendas durante a primeira semana. “No começo, os consumidores ficam pesquisando mais, mas, como o aumento é geral, eles acabam voltando a comprar conosco, e as vendas se normalizam”, explica.

domingo, 28 de agosto de 2016

Confira dicas para planejar as férias e economizar na hora de viajar

Passagens de Brasília para Salvador no ano-novo já são vendidas por até R$ 5 mil.


 postado em 28/08/2016 08:10
As férias de fim de ano ainda estão longe, mas quem quer colocar o pé na estrada deve começar a preparar o bolso imediatamente. Os preços das passagens aéreas e dos hotéis têm subido sem parar. Um bilhete de ida e volta de Brasília para Salvador no ano-novo, por exemplo, já está sendo ofertado por quase R$ 5 mil. Se a opção for passar a virada de 2016 para 2017 em Miami, nos Estados Unidos, o viajante terá que gastar até R$ 10 mil apenas com o avião. Trata-se de um prazer para poucos. Por isso, receitam os especialistas, o melhor é se programar logo e, sobretudo, organizar o orçamento para que a diversão não se transforme em dor de cabeça mais à frente.

Os especialistas são enfáticos: antes de pensar em arrumar as malas, saiba qual é a situação financeira da família. Veja se há pendências a serem pagas e se algum dinheiro foi poupado nos últimos meses. Com tudo isso na ponta do lápis, decida para onde quer viajar e quanto tempo durará o passeio. Se as férias forem em família, é importante que o local escolhido seja um consenso entre todos. Com essas informações já é possível levantar os preços de tudo e saber, em média, quanto é necessário para a viagem. “É importante decidir qual meio de transporte será usado até o destino e calcular os gastos com alimentação, passeios e hospedagem”, explica o educador financeiro Reinaldo Domingos.

Com o orçamento em mãos, aproveite os meses que ainda faltam para o passeio para poupar. Esse dinheiro extra certamente será importante para cobrir boa parte das despesas. Isso exigirá um aperto no orçamento. Portanto, analise os gastos mensais, tente cortar algumas despesas, principalmente com supérfluos. “É importante definir as regras do jogo antes de sair de casa. Saber quanto se tem de recursos disponíveis, quanto será preciso para a viagem e definir um limite para os gastos”, destaca Domingos.

Antecipe-se
Procurar as passagens aéreas com antecedência é um bom caminho para deixar o passeio mais acessível. Que o diga a veterinária Rafaella Albuquerque, 31 anos. Ela decidiu que, neste ano, passaria as festas de fim de ano no Nordeste. Em abril, ela comprou as passagens aéreas em uma promoção por R$ 230 ida e volta. “Sabia que a passagem seria o mais caro. Então, preferi começar por elas. E deu certo. No ano passado, deixei para a última hora e paguei o triplo”, relembra.