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terça-feira, 27 de maio de 2014

Atleta brasiliense morre em competição do Ironman em Florianópolis

Marcelo da Silva Cristino sofreu um mal súbito após acompanhar participantes da prova. Velório está marcado para hoje


Correio Braziliense

Thaís Cunha 




O triatleta Marcelo da Silva Cristino, de 39 anos, morreu enquanto acompanhava uma prova do Ironman, em Florianópolis. Perito da Polícia Federal, ele já havia participado de outras três competições, mas escolheu atuar como voluntário, ajudando os outros atletas na transição entre a natação e o ciclismo. Com o dever cumprido, ele foi auxiliar um amigo na corrida de domingo, quando passou mal e acabou não resistindo. O corpo chegou a Brasília ontem à noite e o velório ocorre desde as 8h de hoje na capela 5 do Cemitério Campo da Esperança, com sepultamento às 11h.


Marcelo estava contundido e, como não podia competir, trabalhou como voluntário no Ironman (Facebook/Reprodução)
Marcelo estava contundido e, como não podia competir, trabalhou como voluntário no Ironman


Após sofrer um mal súbito, Marcelo foi atendido na hora pelo Corpo de Bombeiros, que o levou de helicóptero até o Hospital Universitário de Florianópolis, o mais próximo do bairro de Jurerê Internacional, onde o Ironman é realizado. De acordo com o hospital, o triatleta deu entrada na instituição por volta das 15h15, vítima de parada cardíaca. Os médicos continuaram a reanimá-lo e Marcelo chegou a mostrar recuperação, mas a morte foi constatada às 16h20.

Ainda conforme informações do hospital, ainda não foi possível saber o que causou o mal-estar do esportista. Um derrame cerebral é a suspeita da família do policial, que era solteiro e não deixou filhos. Amigo dele, o também triatleta Evando Resende conta que Marcelo estava em boa forma e só não participou da última edição do Ironman por conta de um ligamento rompido na perna. “Ele estava no auge do esporte”, lamentou Resende.

A morte de Marcelo cristino causou comoção entre os praticantes do esporte em Brasília. Embalados pelo ex-treinador Santiago Ascenço, os atletas trocaram a foto do perfil por uma imagem de luto sobre o logo do Ironman. “Ontem (domingo) ele foi voluntário na retirada das roupas de borracha da etapa da natação, mostrando a todos nós o grande amor que tinha pelo triatlo”, escreveu Ascenço no Facebook.

Susto

Também praticante de triatlo, Fabiano Santos, amigo de Marcelo, ficou muito surpreso com a notícia. “Isso nos assusta porque somos atletas, achamos que estamos livres de algumas coisas, mas não estamos”, ponderou. Santos acredita que o mal súbito do colega pode servir de alerta para outros triatletas. “Fazia tempo que eu não fazia um check-up, mas vou marcar um para esta semana”, comentou.

Ainda em Florianópolis após a prova, o triatleta brasiliense Leandro Macedo contou que o clima é de luto entre os outros atletas. “Não conseguiram reanimá-lo, foi horrível”, comentou. Ontem, a Polícia Federal lamentou a morte do perito em nota oficial.

segunda-feira, 26 de maio de 2014

Espaço Piloto convida: Inverossímeis, Diálogos


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Renata, de 13 anos, espera por um coração no Hospital das Clínicas. Caso reforça importância da doação

A menina sofre de insuficiência cardíaca de último nível. Só o transplante de coração pode devolver-lhe o futuro


Correio Braziliense



 
Renata e a mãe, Juliana, estão há 35 dias no CTI pediátrico: caso mobiliza médicos e parentes de pacientes no hospital, em BH  (Jair Amaral/EM/D.A Press)
Renata e a mãe, Juliana, estão há 35 dias no CTI pediátrico: caso mobiliza médicos e parentes de pacientes no hospital, em BH
Não é caso de novela. É a vida tênue que a melhor ficção não reproduz. Com 32 quilos e olhar profundo, Renata Lara de Oliveira, de 13 anos, espera um novo coração. O sorriso é tímido no corpo-esperança, miúdo, tomado por medicação. A menina quer viver. Outro dia, em momento de fraqueza, abraçou a mãe e disse temer não dar conta. “Fique firme, minha filha. Temos que confiar em Deus. Ele tudo pode!”, disse Juliana Alves, de 31, contendo o choro pelo drama de quem tanto ama.

São 35 dias de mãe e filha no Centro de Tratamento Intensivo (CTI) pediátrico do Hospital das Clínicas (HC), em Belo Horizonte. Renata sofre de insuficiência cardíaca de último nível. Só o transplante de coração pode devolver-lhe o futuro. Diz que está com saudades das irmãs Maria Cecília, de 7, e Ana Luiza, de 6. Também não esquece o dia em que recebeu o diagnóstico de miocardiopatia dilatada, há três anos, em Leandro Ferreira, munícipio com pouco mais de 3 mil habitantes, na Região Central de Minas.

Aos 10 anos, o cansaço e a falta de disposição já eram indícios da falência no peito de Renata. O quadro crítico e progressivo inclui a fraqueza dos rins – medicados para suportarem a difícil batalha pelo amanhã. O cardiologista Silvio Amadeu de Andrade, empenhado em salvar a bela leandrense, “horizonte muito positivo”. “Tem o drama neste momento de espera pelo doador, mas tem o sucesso de casos de jovens como Renata, que, transplantados, evoluem bem e têm de volta a vida”, diz.

O médico cita o caso de Matheus Lucas de Oliveira Leite, que, aos 13, foi o 100º paciente de um transplante de coração do HC, mantido pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Três anos depois a equipe médica comemora o sucesso e a vida nova do filho da dona de casa Roseli Aparecida e do comerciante Nionaldo José, de Santa Luzia, na Região Metropolitana.

Esperança 
Otimismo e esperança não faltam à equipe do CTI pediátrico do HC. Adrianne Leão Sete e Oliveira sabe bem fortalecer o coração dos que mais precisam naquele andar de agonias. Pediatra intensivista há 25 anos, soma histórias de alegrias e tristezas que ela guarda para a vida. Firme e positiva, Adrianne segura a pequena mão de Juliana, mãe de Renata, e dá força: “Vamos sai dessa, flor”. Contudo, a doutora reconhece que não é fácil acompanhar de perto o drama de tantas mães em frangalhos.

Há poucos dias, instantes depois do óbito de uma jovem de 14 anos, Adrianne ouviu da mãe da menina morta: “O coração da minha filha não pode ir para a Renata?”. Não. Não foi possível. São cenas assim que dão à médica visão muito particular de mundo, do que realmente tem valor na vida de todos os dias. Juliana, a mãe em pedaços juntados pela fé, sabe da importância da filha também como símbolo em favor da doação de órgãos.

“É uma campanha que precisa ser renovada sempre”, ressalta Adrianne. Além da menina Renata Lara, outros 28 pacientes esperam por um coração em Minas Gerais. Da retirada do órgão ao transplante efetivo são apenas 4 horas de conservação. Só o procedimento para fazê-lo voltar a bater são duas horas. O que deixa pouco tempo para o transporte, impondo também limites geográficos à ação. Há ainda a dificuldade de doadores para pacientes com menos de 40 quilos. A média de peso dos doadores é de 70kg.

No entanto, não há barreira, estatística ou fraqueza que apague a fé e a vontade de futuro de Renata, braço direito da mãe Juliana, com as duas irmãs caçulas. “Ela é muito responsável. Desde sempre. Excelente aluna. Nem parece ter 13 anos. Ela quer muito viver. Tem momentos que parece sonho o que a gente está vivendo. Não sei de onde estamos tirando forças. Só Deus”, emociona-se. No leito de número 7, Renata espera.

Alerta para as 'doenças da Copa'

Com a proximidade do Mundial de futebol, especialistas em saúde estão atentos ao sarampo, às influenzas e aos vírus do ebola e da poliomielite



Correio Braziliense


Além do entusiasmo e das críticas severas, a Copa do Mundo no Brasil traz a reboque uma preocupação em tom de alerta na área da saúde. Com a vinda de cerca de 500 mil turistas estrangeiros para o país, doenças com pouca circulação em território nacional podem aparecer com mais intensidade, como é o caso do sarampo e de influenzas, principalmente, o H1N1, a conhecida gripe suína. Apesar do risco ser real, especialistas pedem cautela e dizem que não há motivo para pânico na população. Além desses males, enfermidades graves e inexistentes no Brasil, como o ebola, doença considerada perigosa e altamente contagiosa, estarão sob o olhar atento dos profissionais de saúde.

Serão 3,7 milhões de pessoas, entre turistas, brasileiros e estrangeiros, circulando pelas cidades-sede da Copa, no país, durante o Mundial. Última pesquisa da empresa espanhola Forward Data, junto com a Pires & Associados no Brasil, indica que, em relação ao mesmo período de 2013, durante os dias de realização do Mundial, o número de pessoas chegando do exterior ao país por via aérea será 4,5 vezes maior, sendo originários dos Estados Unidos, Alemanha e da Argentina. Belo Horizonte está em 7º lugar em número de visitantes, entre as 12 cidades-sede. Em primeiro está o Rio de Janeiro, seguido de São Paulo e Salvador.

A preocupação aumenta, porque segundo médicos, quanto maior a circulação, maior a possibilidade de vírus na bagagem. E todo cuidado é pouco. Um levantamento do Ambulatório do Viajante do Hospital das Clínicas da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) mostra que 48% dos adultos viajantes atendidos na unidade em Belo Horizonte não têm situação vacinal regularizada, conforme comenta a coordenadora do ambulatório, Marise Fonseca.

Ela destaca que para aqueles que vão para as regiões Norte e Nordeste do país é bom estar atento à febre amarela, malária e leishmaniose. Para a primeira, há vacina. “Para as outras, é bom tomar cuidado com picadas de inseto. Nas proximidades da Floresta Amazônica, é recomendável proteger a pele, usar calçados próprios e roupas claras, já que as escuras atraem insetos”, diz. Marise afirma que quem contrair a malária, por exemplo, só vai sentir os sintomas em seu país de origem. “Por isso, se ao voltar de viagem, tiver febre, mesmo que seja depois de três meses, é bom estar atento e relatar ao médico a ida a lugares com potencial para a doença”, recomenda.

De acordo com o diretor do Departamento de Vigilância das Doenças Transmissíveis do Ministério da Saúde, Cláudio Maierovitch, qualquer evento com aumento na movimentação das pessoas merece cuidados. Nesta Copa, segundo ele, a preocupação é para algumas doenças que já são frequentes nessa época do ano, como as gripes, para quais já há uma preparação rotineira e conjunta dos municípios e estados, que é a campanha de vacinação. Ele destaca que os serviços de saúde e de vigilância em saúde estarão mais sensíveis para qualquer sinal de doenças inesperadas e diferentes das habituais, como o vírus do ebola e da poliomielite, para os quais os especialistas apontam risco muito baixo de aparecerem por aqui.

FANTASMA

No entanto, o alerta cai sobre o sarampo, um fantasma que vem assombrando o Brasil. Apesar de o país já contar com a vacinação contra o vírus, a enfermidade existe em boa parte do mundo, incluindo países da Ásia, África e Europa. Porém, desde o registro de um caso de sarampo em março de 2013 em Pernambuco, foram mais de 300 ocorrências semelhantes confirmadas até o início deste ano. Há quase 15 anos o país não registrava a transmissão da doença infectocontagiosa dentro do território nacional – todos os episódios nesse período foram de contágio no exterior.

Segundo destaca Marise Fonseca, da UFMG, os últimos casos de sarampo no Brasil foram “importados” da França, Espanha, do Japão e da África do Sul. “Há adultos que não se vacinaram e não tiveram o mal, por isso, é interessante se vacinar”, recomenda. A preocupação de Carolina Lázari, infectologista do Fleury Medicina e Saúde, é que a pessoa contaminada com sarampo passa cinco dias sem manifestar o principal sintoma da doença, que são as manchas pelo corpo. “Sendo assim, é possível viajar sem saber que se está infectada”, comenta.

De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), pelo menos 500 mil crianças morrem todos os anos no mundo por causa do sarampo e suas complicações. “Isso aumenta a nossa preocupação. Há localidades brasileiras onde a cobertura de vacinação é mais baixa do que a do resto do país”, comenta Claúdio Maierovitch, lembrando que, além disso, muitos pais, por motivos ideológicos, deixaram de vacinar seus filhos. “Tempos atrás houve um surto de sarampo em uma escola em São Paulo, onde muitos pais tinham essa filosofia”, critica ele, acrescentando que a recomendação é a vacinação até os 49 anos de idade. “Seria necessária a vacina para o brasileiro que vai sair daqui para um país onde o mal é endêmico. No caso da Copa, é bom que as crianças estejam protegidas”, ressalta Maierovitch.

AGLOMERAÇÕES NO INVERNO

Carolina Lázari lembra ainda que o evento esportivo vai ocorrer durante a estação mais fria para o Brasil, quando as pessoas tendem a ficar ainda mais próximas. Por esse motivo, ela chama a atenção para as doenças respiratórias, como a gripe suína, que em 2009 matou mais de 2 mil brasileiros. “Houve a pandemia naquele ano e, no ano seguinte, houve a preocupação com a vacinação. Porém, com a diminuição de casos, as pessoas relaxaram e, no ano passado, a gripe voltou a fazer vítimas, como pode ocorrer este ano. Porém, a maioria das pessoas que virá do Hemisfério Norte está imunizada e o inverno delas já passou. O problema pode ser com os vizinhos da América Latina que não estão imunizados contra a gripe”, avisa.

As vacinas contra a influenza, devida a contínua mutação do vírus, tem prazo de validade menor que um ano. “Voltamos à recomendação de sempre: lavar as mãos, usar álcool em gel e, principalmente, evitar ambientes com muitas pessoas. Além disso, procurar se vacinar.” A orientação, segundo ela, para que as pessoas que vão trabalhar nos jogos e terão contato direto com estrangeiros, é de que se vacinem pelo menos 15 dias antes do primeiro evento.

PERIGOS QUE RONDAM O EVENTO

Com a circulação maior no número de pessoas no país, médicos aconselham atenção para algumas doenças. Veja quais são elas e como se proteger(*).

SARAMPO 
É uma doença infecciosa aguda, de natureza viral, grave, transmissível e extremamente contagiosa, muito comum na infância. A viremia, causada pela infecção, provoca uma vasculite generalizada [vesículas], responsável pelo aparecimento das diversas manifestações clínicas.
Proteção: vacina é a única medida preventiva e a mais segura.A primeira dose deve ser aplicada aos 12 meses de vida, e o reforço entre quatro a seis anos. A vacina é aplicada até os 49 anos. 

INFLUENZA
Também conhecida como gripe, é transmitida por meio do contato com secreções das vias respiratórias, eliminadas pela pessoa contaminada ao falar, tossir ou espirrar ou pelas mãos e objetos contaminados, em contato com mucosas (boca, olhos, nariz). 
Proteção: Desde 22 de abril, a campanha nacional de vacinação contra a gripe está em vigor. Também disponível na rede privada. 

POLIOMIELITE
É uma doença viral que pode afetar os nervos e levar à paralisia parcial ou total. É causada pela infecção pelo poliovírus. O vírus se espalha por contato direto pessoa a pessoa, por contato com muco, catarro ou fezes infectadas. 
Proteção: A doença existe em 10 países. E em três deles o risco de propagação é maior: Paquistão, Camarões e Síria. No Brasil, a pólio está eliminada desde 1994. Há mais de 40 anos, o Ministério da Saúde faz campanhas anuais de vacinação contra a doença.

EBOLA
O ebola é uma das doenças mais mortais que existem. O vírus pode ser contraído tanto de humanos como de animais. É transmitido por meio do contato com sangue, secreções ou outros fluídos corporais. Em algumas áreas da África, a infecção foi documentada por meio do contato com chimpanzés, gorilas, morcegos, macacos, antílopes selvagens e porcos-espinhos contaminados encontrados mortos ou doentes na floresta tropical.
Proteção: Ainda não há tratamento ou vacina contra o ebola.

Com sol entre nuvens, Inmet prevê chuvas em pontos isolados nesta segunda

Correio Braziliense

A temperatura máxima pode chegar a 27°C
A umidade relativa do ar deve variar entre 95% e 50%
 (Bruno Peres/CB/D.A Press)
A umidade relativa do ar deve variar entre 95% e 50%
Com sol entre nuvens, o tempo deve ficar parcialmente nublado nesta segunda-feira (26/5). Segundo o Instituto Nacional de Meteorologia, há previsão de chuvas em pontos isolados da cidade. A temperatura mínima registrada na madrugada foi de 18°C e a máxima pode chegar a 27°C. A umidade relativa do ar deve variar entre 95% e 50%
De acordo com o Inmet, o tempo deve permanecer estável ao longo da semana.  As chuvas ainda não alcançaram a média de 38 mm prevista para o mês de maio. Os registros do volume de água não chegaram a 1 mm.

Especialistas dão dicas de comos pais devem estar atentos a troca de escola

Sair de um colégio e entrar em outro no meio do ano pode ser necessário, e pais e alunos têm o direito de fazê-lo. Para não passar raiva nessa hora - e até perder dinheiro -, é preciso estar atento às entrelinhas do contrato
Correio Braziliense


O comportamento do estudante, a falta de afinidade com a política pedagógica da escola, a mudança de endereço ou até problemas financeiros. São inúmeros os motivos que levam pais a mudarem um filho de escola. Para não quebrar os ciclos de aprendizagem, muitas vezes divididos em bimestres ou trimestres, o meio do ano é uma boa opção se a transferência for mesmo necessária. Apesar do anseio por garantir o melhor ensino, os responsáveis devem ficar atentos a uma série de detalhes que podem gerar problemas futuros ou até prejuízos financeiros.

Ler o contrato, ficar atento às previsões de reajuste da mensalidade e em cobranças irregulares como a compra de materiais de uso coletivo, estão entre as análises básicas a serem feitas. A decisão sobre a nova escola é da família, no entanto, atenção redobrada e ampla pesquisa podem garantir o início de um novo ciclo sem traumas. Se a insatisfação com o antigo estabelecimento partiu do modelo aplicado, a busca deve começar o quanto antes.

Na rede privada, o leque de opções é grande. Existem as mais conteudistas, as voltadas para habilidades nos ramos das artes, as católicas, evangélicas, bilíngues. “Deve ser analisado o que a família deseja para o futuro educacional da criança ou do adolescente. Agora, no fim de maio, os alunos estão em fase de avaliação final, mas o primeiro semestre terminará logo. A escolha deve estar acertada, e a transferência, realizada até o início do segundo”, afirma a presidente do Sindicato dos Estabelecimentos Particulares de Ensino do Distrito Federal (Sinepe), Fátima de Mello Franco.