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segunda-feira, 12 de janeiro de 2015

INSS reajusta benefícios para aposentados que recebem mais de um salário

Os ministérios da Previdência Social e da Fazenda anunciaram que os valores serão corrigidos em 6,23%.

 postado em 12/01/2015 13:22
 Agência Brasil

Os benefícios pagos pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) foram reajustados para aposentados e pensionistas que recebem acima de um salário mínimo. No Diário Oficial da União desta segunda-feira (12/1), os ministérios da Previdência Social e da Fazenda anunciaram que os valores serão corrigidos em 6,23%, percentual referente ao Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC).

Com a Portaria nº 13, o teto desses benefícios, ou seja, o valor máximo a ser pago, passa a ser R$ 4.663,00. Segundo o Ministério da Previdência, 177.270 benefícios que antes estavam na faixa de R$ 724,00 a R$ 741,79 serão equivalentes ao salário mínimo.

No caso do salário-família, o valor pago por filho ou equiparado, com idade até 14 anos, será R$ 37,18 para os segurados que tenham remuneração mensal que não ultrapasse R$ 725,02. Para quem tem renda superior a esse valor ou recebe até ou menos que R$ 1.089,72, o valor reajustado será R$ 26,20 reais.

Outro benefício que está na portaria é o auxílio-reclusão, pago aos dependentes de segurados presos em regime fechado ou semiaberto. Poderão receber o auxílio os dependentes daquele segurado que tem salário de contribuição igual ou inferior a R$ 1.089,72. Com a publicação, os novos valores já estão em vigor.

Bancos elevam em 10,37% taxa média do cheque especial em janeiro

Dos sete bancos pesquisados, cinco elevaram suas taxas de cheque especial.

 postado em 12/01/2015 13:10
 Agência Brasil

A maior alta foi verificada
na Caixa Econômica Federal
A taxa média do cheque especial praticada pelos bancos no início de janeiro alcançou 10,37% ao mês (a.m.), alta de 0,22 ponto percentual em relação a dezembro, segundo o Procon de São Paulo.

Dos sete bancos pesquisados, cinco elevaram suas taxas de cheque especial. A maior alta foi verificada na Caixa Econômica Federal, que alterou de 7,03% para 7,64% a.m., uma variação positiva de 8,68% em relação à taxa de dezembro.

O Bradesco passou de 9,77% para 10,41% a.m., com variação positiva de 6,55%. O Banco do Brasil alterou de 8,97% para 9,12% a.m., alta de 1,67% em relação a dezembro.O HSBC subiu de 12,29% para 12,37% a.m., com variação de 0,65%. O Itaú aumentou de 10,5% para 10,56% a.m., com variação positiva de 0,57%. Os demais bancos (Santander e Safra) mantiveram suas taxas de cheque especial.

No empréstimo pessoal, apenas um banco elevou sua taxa. O Bradesco alterou de 6,45% para 6,49% a.m., com variação positiva de 0,62%. Os demais bancos permaneceram com os mesmos índices praticados no mês anterior.

Contas de luz com novas bandeiras tarifárias pesam mais no bolso

Os primeiros débitos por bandeiras tarifárias surpreendem os clientes residenciais, que passam a pagar mais pelo fornecimento de energia elétrica. Pelo novo sistema, será preciso arcar mensalmente com o custo da geração, se de usina hidrelétrica ou de termelétrica.

 postado em 12/01/2015 07:12 / atualizado em 12/01/2015 08:43
 Flávia Maia

A primeira fatura de energia elétrica com o preço definido pelo modelo de bandeiras tarifárias chegou às residências dos consumidores, que se assustaram com o valor. Com a vigência da cor vermelha, a professora Miriam de Sousa Lima, 49 anos, contou que, mantendo o mesmo consumo, viu a conta saltar de R$ 79 para R$ 101 em uma casa com três pessoas. “Eu espero que não aumente mais. A gente já evita usar muito a eletricidade e tomar banho demorado. Agora, vamos ter de fiscalizar.” A ortesista Cacilda Júlio da Silva, 49, gastará R$ 30 a mais do que o de costume e pagará R$ 70 pelo serviço de energia elétrica. “Eu me assustei quando vi o preço, e olha que eu uso chuveiro econômico, lâmpada econômica. Vamos ter de desligar os eletrodomésticos e tomar banho frio”, afirmou Cacilda.

Com o regime de bandeiras tarifárias, o consumidor desembolsa todo mês pelo custo da geração. Dessa forma, se a força for produzida por um modelo mais caro que o hidrelétrico, como as termelétricas, por exemplo, a concessionária repassará ao cliente os custos ainda naquele mês. Antes, esses valores eram utilizados para justificar os reajustes anuais. Caso a bandeira acionada seja a vermelha, o consumidor paga R$ 3 para cada 100kWh. Se for amarela, R$ 1,50. Na verde, não há adicionais. Assim, especialistas calculam que, em meses de bandeira vermelha, o consumidor gastará de 7% a 10% a mais na fatura mensal.
Cacilda e Miriam se assustaram com o aumento
O Operador Nacional do Sistema (ONS) indicará a bandeira vigente naquele mês, e as concessionárias, como a Companhia Energética de Brasília (CEB), vão acatar. Em 2014, a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) usou esse sistema, mas sem repassar os custos. O resultado foi que, de 12 meses, em 11 o sinal vermelho foi acionado. A tendência para 2015 é a continuidade de geração cara e fatura alta. Devido ao estresse hídrico, o cenário deve ser de menos energia produzida por hidrelétricas e de mais termelétricas acionadas, mantendo o ritmo do ano anterior.

O que preocupa as associações de defesa do consumidor é que o cliente não terá controle sobre o valor do serviço. “Esse modelo de cobrança não traz benefícios, só vai antecipar a receita para as empresas. Como a pessoa saberá se a bandeira cobrada foi a certa? Como vai saber que esse valor não será cobrado no reajuste anual?”, questiona Carlos Thadeu de Oliveira, gerente técnico do Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec). Ele lembra ainda que a alteração não incentivará a economia. “Como o valor da bandeira não vai mudar, as pessoas vão pagar o mesmo adicional”, calcula.

Servidores da Saúde e GDF negociam fim da greve nesta manhã

Governador está reunido com representantes das 104 categorias envolvidas na greve para negociar pagamento dos atrasados.

 postado em 12/01/2015 09:09 / atualizado em 12/01/2015 09:59

As 104 categorias da Saúde que aderiram à greve na semana passada, decidem na manhã desta segunda-feira (12/1), às 10h, em assembléia no Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF), se mantêm ou não a paralisação dos serviços.
Reunião entre governador e representantes da Saúde
Neste momento, a comitiva do Sindicato dos Empregados em Estabelecimentos de Saúde no Distrito Federal (SindSaúde-DF) está reunida com o governador Rodrigo Rollemberg (PSB) e com o chefe da Casa Civil, Hélio Doyle, para negociações relativas ao pagamento dos atrasados, como 13º salário e horas-extras.
 
Segundo a presidente do SindSaúde, Marli Rodrigues, ao que tudo indica, a greve deve continuar. 

quinta-feira, 8 de janeiro de 2015

Resultado do Enem 2014 será divulgado na próxima terça-feira

  • 08/01/2015 19h21
  • Brasília
Mariana Tokarnia - Repórter da Agência Brasil Edição: Luana Lourenço
A nota do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) de 2014 será divulgada na próxima terça-feira (13) no site do Instituto Nacional de Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), informou o Ministério da Educação (MEC). Para ter acesso ao resultado, os candidatos precisarão do número de inscrição ou do CPF e da senha criada na hora da inscrição.

Os estudantes já podem conferir o gabarito das provas desde o ano passado. A nota, no entanto, não considera apenas a contagem de acertos e erros. A correção é feita usando a metodologia da Teoria de Resposta ao Item (TRI), em que o valor de cada questão varia conforme o percentual de acertos e erros dos estudantes naquele item. Assim, um item que grande número dos candidatos acertou será considerado fácil e, por essa razão, valerá menos pontos. Já o candidato que acertar uma questão com alto índice de erros ganhará mais pontos por aquele item.

A nota do Enem poderá ser usada para participar do Sistema de Seleção Unificada (Sisu), cujas inscrições serão de 19 a 22 deste mês, e do Programa Universidade para Todos (ProUni), com inscrições de 26 a 29 de janeiro. O exame é usado também para certificar o ensino médio, obter empréstimo pelo Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) e para participar do programa de intercâmbio Ciência sem Fronteiras.

Em 2014, mais de 6,2 milhões de estudantes fizeram o exame nos dias 8 e 9 de novembro em mais de 1,7 mil cidades.

Governo vai se reunir com sindicalistas para debater mudanças em benefícios

 postado em 08/01/2015 21:53
 Agência Brasil

Após anunciar medidas que alteram o acesso a benefícios trabalhistas e previdenciários como o seguro-desemprego, abono salarial e auxílio-doença, o governo pretende se reunir com lideranças do movimento sindical para debater as mudanças. O encontro, que terá a presença do ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Miguel Rossetto, deverá ocorrer na segunda quinzena deste mês. 

De acordo com nota divulgada à imprensa pela Secretaria-Geral, a reunião servirá para o governo “esclarecer e discutir com os dirigentes” as medidas. Ainda segundo a assessoria da pasta, Rossetto afirmou que não haverá redução dos direitos dos trabalhadores e as medidas visam a corrigir distorções e garantir a manutenção de políticas de proteção social.

No dia 30 de dezembro, duas medidas provisórias foram enviadas ao Congresso Nacional definindo algumas mudanças nos benefícios. Para solicitar o seguro-desemprego pela primeira vez, por exemplo, o trabalhador precisa ter vínculo com a empresa por pelo menos 18 meses. Antes o prazo era de seis meses. O objetivo é incentivar que as pessoas busquem se inserir no mercado, diz o governo.

Na ocasião, o ministro-chefe da Casa Civil, Aloizio Mercadante, disse que as alterações estavam sendo aplicadas após discussão com as centrais sindicais, e que uma mesa de negociação seria mantida permanentemente. As entidades, no entanto, criticaram as medidas, como por exemplo a Força Sindical.

Coca-Cola anuncia que demitirá entre 1.600 e 1.800 funcionários

A empresa do refrigerante mais famoso do mundo começou a comunicar seus funcionários nesta quinta-feira (8/1).

 postado em 08/01/2015 19:36
 France Presse

A Coca-Cola anunciou nesta quinta-feira (8/1) que cortará entre 1.600 e 1.800 postos de trabalho, na maior reestruturação da companhia em quinze anos. A fabricante de bebidas, que tem se esforçado para incrementar as vendas, informou que as demissões serão feitas na sede da empresa e nas filiais. A empresa do refrigerante mais famoso do mundo começou a comunicar seus funcionários nesta quinta-feira. 

"Como parte de nossas anunciadas iniciativas de produtividade, estamos redesenhando nosso modelo operacional, a fim de agilizar e simplificar nossa estrutura e acelerar o crescimento do nosso negócio em todo o mundo", afirmou o porta-voz em comunicado. "Essa reestruturação irá impactar nos empregos em todas as nossas operações pelo mundo".
A Coca-Cola tem registrado vendas fracas no mercado americano em um contexto social de combate à obesidade e valorização da saúde. Para piorar, as vendas globais sofreram um recuou de 2%, a 35,1 bilhões de dólares, em 2014. 

Em março, a companhia havia comunicado a reestruturação global e afirmou que seriam economizados cerca de 3 bilhões de dólares por ano até 2019. Até o final de 2013, a Coca-Cola contabilizava 130.600 funcionários.